3ª Sessão – Forte Albuquerque

♠ 29 de maio de 1650 – viagem

♠ 30 de maio – viagem

No final do dia eles chegam na ponte sobre o Rio Comprido, mas a ponte caiu. Não dá pra atravessar o rio sem um barco. Há uma ponte mais adiante.

[Nota do Mestre: o rio é equivalente ao rio Paraná, bem largo e de correnteza forte. Se conseguirem atravessar, tudo bem. A volta pelo outra ponte rio acima estica a viagem em dois dias e meio.]

♠ 31 de maio a 1º de junho – viagem

♠ 2 de junho – viagem

No meio do dia, chegam à segunda ponte.

♠ 3 de junho a 5 de junho – viagem

Atravessando a Serra dos Maoáris, encontram um casal de mãos-peladas e passam por um sufoco.

♠ 6 de junho – viagem

Pela tarde chegam a uma tribo maoári. É a tribo de Guará, Xamã e Panoramã. Passam a noite lá.

[N. do M.: Guará é um rastreador indígena, meu primeiríssimo personagem, com o qual joguei bastante na fase de testes. Xamã foi um aprendiz de pajé, primo de Guará, que interpretei uma única vez na fase de testes. Panoramã era o pajé NPC da tribo deles. Os três fazem parte do background de Aruana, de quem Guará é primo em 2º grau.]

♠ 7 de junho – Forte Albuquerque

Após meio-dia de caminhada, são atacados por índios karinauás, que fogem no primeiro sinal de magia. Quando chegam perto do forte, pouco adiante, veem o forte sendo atacado por dezenas de índios. Há uma nuvem de tempestade sobre o forte e um nevoeiro cercando. A bandeira já se encontra lá dentro.

Capitão Cristóvão volta com outros bandeirantes à aldeia Maoári para pedir ajuda.

O grupo é cercado por vários karinauás e levado preso até uma aldeia. Nesta aldeia há uma tenda não indígena e rastros de cavalos.

Quando o movimento na aldeia se encontra menor, Domingues conjura uma mula-sem-cabeça bem no centro, para distrair os índios. Na confusão, eles fogem e ainda recuperam as armas.

Eles seguem para o forte e penetram no nevoeiro. Lá encontram índios e há alguma luta. Resolvem voltar para a floresta, mas são avistados. Decidem voltar pro nevoeiro. Domingues se transforma num pássaro e entra no forte. Só à noite, quando o ataque cessa e o nevoeiro desaparece, é que eles conseguem entrar. Porém, cai uma tempestade.

♠ 8 de junho – Forte Albuquerque

Na manhã seguinte, o ataque reinicia. Porém, ao meio-dia, chegam os maoáris e põem os karinauás para correr. A situação ameaçava se complicar. Os índios acampam ao redor do forte. A bandeira parte no dia seguinte.

[N. do M.: militares castellanos fizeram um acordo com os karinauás para sitiarem a bandeira no forte. Os pajés karinauás utilizaram “Criar nevoeiro” e “Invocar tempestades”.]

♠ 9 de junho – viagem

Os maoáris acompanham a bandeira por este dia.

♠ 10 a 12 de junho – viagem

♠ 13 de junho – Pantanal

Atravessando o pantanal, eles fazem uma pausa um pouco mais longa para relaxar. Encontram um rio cheio de arraias-pintadas.

Rocha tem a sensação de estar sendo observado. Domingues contrai a doença do sono.

[N. do M.: trata-se do sacerdote jaguar. Este pequeno rabicho de sessão na verdade era pra ser o início da sessão seguinte. Mas provavelmente eu devo ter aproveitado o tempo ou excesso de empolgação do grupo para dar uma avançada na história.]

♠ 14 de junho – Pantanal

É descoberto um ladrão na bandeira. É sumariamente enforcado.

♠ 15 de junho – pantanal

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