8ª Sessão – Cidade Sagrada (2ª parte)

♠ 28 de julho de 1650 (continuação) – Cidade sagrada

Rocha consegue afastar, com seus tiros certeiros, aqueles que atiraram contra os capitães. Então, eles descem em socorro aos companheiros.

Eles invadem o prédio da direita e conseguem dominar os rebeldes. Acham um ladrão escondido num cômodo que se mostra alheio à luta. Fernão quer executá-lo junto com os outros, mas Salazar o convence de apenas deixa-lo preso. Este ladrão se chama Paulo Ferreira.

[Nota do Mestre: o ladrão é, obviamente, personagem de um novo jogador não fixo.]

Durante a luta, dois bandeirantes são vistos fugindo pela caverna com algumas sacolas, mas é impossível intercepta-los.

Os líderes do motim se encontram refugiados no prédio da esquerda. Uns tentam pela porta, outros acham uma passagem por cima, mas eles recuam para a outra sala.

Domingues faz uma viagem astral e vê que na outra sala há vários sarcófagos. As múmias tem a pele de ouro e algumas foram profanadas. Os amotinados estão fazendo um buraco no canto da sala. Domingues o atravessa e vê que é um acesso para um túnel que parece levar para o 1º piso da pirâmide.

Quando eles conseguem entrar, os amotinados já partiram. Há um bruxo entre eles. Na perseguição, eles acabam chegando no 3º piso. Durante a subida, eles percebem que o milharal, antes seco, está como novo, repleto de milho e uma outra frutinha.

Rocha sobe no alto da pirâmide na tentativa de entrar no 3º piso. De fato, há um buraco lá em cima, uma janela. De repente, surge um índio imponente ao seu lado. Ele diz que os tem seguido há tempos. Para eles deixarem a cidade. Mas que aqueles que profanaram os túmulos não a deixarão com vida.

[N. do M.: o índio é um sacerdote jaguar, o guardião da Cidade Sagrada dedicada ao culto do Jaguar. Ele transita entre o mundo astral e o nosso, sustentado pelo espírito de todos os demais sacerdotes através do encanto “Longevidade”. Ele possui 100 em todos feitiços da classe.]

De fato, eles invadem a sala e matam os amotinados, embora isso não tenha sido fácil. O 3º piso possui um altar onde há uma fogueira eterna. O fogo não emite calor, mas frio. O ouro arrancado dos sarcófagos é arremessado nele e começa a queimar. Ouvem-se gritos e surgem imagens no fogo. A sala é cercada de estátuas gigantes e colunas. Sobre o altar há um gigantesco disco de ouro.

[N. do M.: ninguém quis pegar o disco de ouro. Talvez por respeito ou temor ao índio, talvez pela impossibilidade de conseguir arrastá-lo durante dias dentro de uma caverna, e depois por todo o caminho até um lugar seguro. Ou as duas coisas. Profanar o altar significaria ativar as estátuas e um possível desmoronamento da pirâmide. É provavelmente o que aconteceria se o grupo não tivesse intercedido em defesa dos capitães. A chama é onde ocorre o ritual da “Longevidade”. Não me recordo o que levou o grupo a jogar o ouro na fogueira, provavelmente para que ele não fosse levado junto com o saque e fosse interpretado como profanação, uma vez que fora retirado dos sarcófagos.]

Eles saem da cidade pela outra caverna, a da cachoeira, pois os bandeirantes que por lá fugiram (na verdade dois negros em busca de liberdade) fecharam o caminho pelo outro lado.

Como as provisões se encontram escassas, levam milhos e frutas da estranha plantação.

Logo que iniciam a caminha pelo túnel, carregando alguns utensílios de ouro e prata, o índio surge para Kunta e Rocha e lhes presenteia com um cordão com uma pedra de pingente. Presente pela bravura e honestidade em combate, e preocupação demonstrada com os companheiros.

[N. do M: por esta sessão, só Rocha deveria recebê-lo, mas na primeira versão da campanha, que acabou logo que alcançam a caída dessa caverna, Kunta fez por merecer (o jogador não estava presente nesta segunda versão da sessão). Aliás, foi o desempenho de Kunta naquele jogo que me fez ter a ideia de um presente. Então, mantive o item para o personagem. Entretanto, não tinha ainda ideia de como ele seria usado, apenas que serviria como algum tipo de proteção. Não queria nada banal. Então pensei bem e decidi não revelar o seu poder, apenas avisei ao jogador que interpreta o Rocha para sempre me lembrar de que possuía o amuleto. 25 sessões depois, o amuleto acabou se revelando uma proteção automática contra a morte iminente. Como, mais tarde, Kunta acabou virando NPC de vez, tal esquecimento acabou lhe custando a vida, o que tive de contornar (muitas sessões depois) transformando-o em um Imortal. Mas isso já é história pra mais adiante. Chegaremos lá!]

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