1ª Sessão – Os Angües

♣ 11 a 17 de outubro de 1650 – viagem

Aruana, Rocha, Paulo, Nahuapy, Tendresse, Tereza e Hernandez  viajam por dias pelas florestas de Santa Cruz. Durante a jornada, Naomí e Nahuapy tentam descobrir coisas de Hernandez, mas pouco conseguem. Estão certas de que ele possui algum poder.

♣ 18 de outubro – viagem

À noite, já na região dos Maoáris, percebem que toda a mata está silenciosa. O fato é, obviamente, estranho.

De repente, ouvem um barulho horrendo. Um vulto negro atravessa a clareira como um fantasma. Nahuapy faz “Visão Astral” e vê espíritos indígenas entre as árvores. Naomí sente dificuldades em chamar seus espíritos.

[Nota do Mestre: a forte atividade espiritual indígena na área interfere na comunicação de Naomí com seus espíritos.]

Nahuapy se transforma em onça e sente um cheiro estranho.

Durante a noite, todos sonham com os fantasmas. Naomí e Paulo veem um pássaro flamejante cortando os céus. Nahuapy faz “Visão astral” e tenta entrar em contato com os índios, mas não consegue. Os espíritos apontam numa direção.

♣ 19 de outubro – viagem

Eles decidem seguir na direção apontada pelos espíritos e encontram Sumé. Rocha já ouvira falar nele. Sumé conta que há algo errado na região, e segue seu caminho. Eles acampam numa aldeia destruída. No meio da noite, eles veem espíritos fazendo um ritual de evocação, mas o que evocam não consegue se compor. Nahuapy faz “Viagem Astral” e se comunica com o espírito de um pajé. O pajé diz que eles estão presos ali e não conseguem partir para a cidade mística dos maoáris, o lugar de repouso das almas indígenas. Diz a Nahuapy que eles têm que ir à Caverna da Morte. Naomí tenta chamar Nohrum e surge Yorka, que também não sabe direito o que ocorre. Tendresse, com medo de que algo maligno esteja acontecendo, chama um anjo protetor. O anjo expulsa Yorka, pensando ser este o motivo pelo qual foi chamado.

♣ 20 de outubro – viagem

Eles acordam e seguem para a caverna, seguindo as orientações do espírito do pajé. Eles veem um índio negro surgindo de uma fenda numa árvore. Vão investigar, mas a fenda se fecha do nada.

[N. do M.: Angues são almas que não encontraram repouso, por várias razões.]

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