8ª Sessão – Santa Inês

♥ 11 de setembro de 1651 – navio

Eles perguntam aos negros se eles topariam ficar numa das ilhas da região. O principal desafio é o frio. Eles topam. Eles vasculham a região à procura de uma ilha boa.

♥ 12 de setembro – navio

O grupo desce na ilha para ver se o local oferece perigo. A caça não é muito rica, e Naomi conjura um casal de coelhos e um casal de veados. Richard e Maurice veem um Deñi observando o grupo. Trata-se de um pássaro no qual se transforma um bruxo Araucano.

Eles explicam pros negros como sobreviver ao frio e evitar os brancos. Aruana vê um Camahueto.

[Nota do Mestre: trata-se de um espécie de unicórnio marinho, só que em forma de vaca ou touro.]

Eles partem para Santa Inês, pois os suprimentos estão no fim

♥ 13 de setembro – Porto Monte

Chegam em Porto Monte, única cidade castellana de toda região, pouco antes do nascer do sol.  Dá pra avistar as luzes do porto.

[N. do M.: Porto Monte é uma referência à cidade de Porto Montt, a mais importante do sul do Chile, que não fica na ilha, mas no continente. Montt é o nome de um presidente do século XIX, então fiz uma pequena adaptação pra fazer referência. A ilha de Santa Inês, por sua vez, seria uma versão da ilha de Chiloé. Tivesse mais informações na época, teria batizado a cidade de Castro, fundada no século XVI.]

As ruas são pura lama. Eles descem para comer algo decente e comprar armas e equipamento.

Quando retornam ao barco, são surpreendidos pela guarda municipal. O comandante pede para revistar o barco, dizendo que recebeu notícias de que carregam uma carga roubada, mas, obviamente, não acham nada. Pede para Sombrero, antigo imediato de Armand e atual capitão, ficar mais uns dias para averiguação.

Durante o almoço, Naomi vê Gonzalez os observando. Quando este percebe que foi visto, sai correndo. Naomi corre atrás. Os outros correm atrás de Naomi, mas só Nahuapy sabe o que aconteceu. Devido à gravidez, fica no bar com Hernandez, Tereza e Maurice. Eles resolvem ir para a Casa da Guarda.

Naomi persegue Gonzalez pelas ruas de Porto Monte. Chega a pedir ajuda a Alijenu, mas este pede uma alma em troca, e ela não concorda. Acaba achando as roupas e ouve um barulho de asas. Descobrem que ele é um bruxo.

Nahuapy e seu grupo veem Gonzalez entrando na Casa da Guarda. Eles voltam ao restaurante e avisam aos outros que haviam retornado. Eles decidem voltar pro navio.

Lá, o comandante da guarda pede para irem à Casa da Guarda, pois há um homem que diz ser perseguido por eles e também ter tido sua carga roubada. Eles vão.

Quando o grupo chega na Casa da Guarda, Gonzalez não se encontra lá. Conversam com o comandante, mas nada adianta.

Maurice lembra que, se provarem que ele é bruxo, isso poderia ajudar. Então, Tendresse, Nahuapy e Naomi fazem um plano. Quando Gonzalez chega, Tendresse começa a excomunga-lo. Ao mesmo tempo, Nahuapy faz “Criar dor intensa” e o bruxo começa a se contorcer. Para os outros, parece óbvio que se trata de um possuído. Prendem Gonzalez na igreja e começam a associá-lo com as coisas ruins que vem acontecendo em Porto Monte.

Naomi, que também colaborou com o “Criar dor intensa”, prometeu a Yorka o olho de Gonzalez, e ficou sabendo por ele Alijenu não a deixará se ela não matar o bruxo.

À noite, com a ajuda de Nahuapy, Naomi invade a igreja sem que ninguém a veja. Entra na cela de Gonzalez, que se encontra amarrado, amordaçado e vendado. Então, corta-lhe a garganta e lhe arranca um olho. Ao sair, tranca a porta e coloca a chave no lugar.

Paulo acompanhou seus movimentos até a entrada da igreja e nada revelou a Naomi, que pensou que ele estivesse dormindo.

Antes disso, o chefe da guarda insinua que sabe quem é Armand, e pede um favor em troca de sua liberdade incondicional: procurar um mestiço foragido e procurado por questões políticas.

[N. do M.: já rendi as devidas homenagens ao jogador que interpretou Rocha. Agora é a vez de fazer uma homenagem a Gabriela Werneck, que interpretava Naomi. É uma combinação jogadora-personagem que todo mestre do jogo deseja. Quando a inspiração faltava, bastava virar para Gabriela e perguntar “o que Naomi está fazendo?” Geralmente salvava a sessão. Ela tinha uma vocação inigualável para se meter em encrenca. Sem pudor de usar todo o seu arsenal de feiticeira negra, tive bastante espaço para explorar o lado negro (sem trocadilho) da personagem. As negociações de Naomi com os espíritos eram um espetáculo à parte. Como foi a única classe de personagem que não foi testada antes de O Desafio dos Bandeirantes ser lançado, posso dizer que foi Naomi quem moldou e explorou toda a potencialidade do feiticeiro negro, que, para mim, tornou-se uma das classes mais interessante do jogo.]

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