10ª à 14ª Sessão (anotações de jogo)

10ª Sessão – Grande Lago

♦ 8 de maio de 1652

Partida para o Grande Lago. Condor segue.

[Nota do Mestre: lembro-me de ter usado um condor mítico, ligado aos condores do Ninho de Deus, uma espécie de consciência da natureza. Pode ser que nesta anotação já fosse ele, mas também poderia ser um condor com elo mental para observar o grupo ou algo parecido.]

♦ 9 de maio

Controle do condor. Tinajani. Possessões de Rocha e Nahuapy. Anjo.

[N. do M.: não lembro o lance do condor, mas Tinajani é um lugar de formações rochosas no Peru que é chamado de algo como “a banheira do diabo”. Adaptei a lenda pra um sítio com forte presença demoníaca. Daí as possessões e a necessidade de evocar um anjo.]

♦ 10 de maio

Chullpas. Bracelete com a Naomi. Noite, múmia e cristal. Sumiço de Paulo.;

[N. do M.: chullpas são torres funerárias dos aymarás, que habitam a região em torno do Titicaca. O lance do bracelete, da múmia e do cristal, assim como o sumiço do Paulo, foi inspirado no livro As Sete Bolas de Cristal, das Aventuras de Tintim. Não me lembro se induzi Naomi a pegar o bracelete de uma múmia ou se o fato dela ter pego me fez lembrar da história. O que eu certamente não esperava é que Naomi fosse entram em forma astral numa torre funerária. Foi uma sessão bem psicodélica que, infelizmente, não ficou anotada.]

♦ 11 de maio

Volta às chullpas. Encontro astral de Aylla.

♦ 12 de maio

Chegam ao Grande Lago. Pegam informações. Seguem pela margem

♦ 13 de maio

Papo com os Uros.

♦ 14 de maio

Compram a balsa. Ilha do Sol. Encontro com o sacerdote. Adivinhação de Naomi.

♦ 15 de maio

Viagem à Copacabana.

♦ 16 de maio

Ida ao templo.

♦ 17 de maio

Reconhecimento aéreo.

♦ 18 de maio

Reconhecimento marítimo.

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11ª Sessão – Cidade Submersa

♦ 18 de maio de 1652

Reconhecimento marinho. Cidade submersa. Buraco no templo, tartarugas gigantes, cordões, espada, ouro. Túnel.

[Nota do Mestre: não sei de onde tirei a ideia de uma cidade submersa no Grande Lago, talvez de algum episódio de Jacques Cousteau. “Cordões, espada, ouro” provavelmente é o que o grupo conseguiu pra si.]

♦ 19 de maio

Nahuapy chega.

[N. do M.: de onde? Teia encontrado Hernandez? Não sei.]

♦ 20 a 23 de maio

Viagem a Tiahuanaco.

♦ 24 e 25 de maio.

Gelo e nevasca.

[N. do M.: certamente era o grupo atravessando as cordilheiras.]

♦ 26 de maio

Guaco desaparece. Chegada ao vale.

[N. do M.: não me lembro de quem era Guaco, mas possivelmente tratava-se de um guia illimani proporcionado pelos sacerdotes.]

♦ 27 de maio

Partida para pegar Luna.

♦ 28 de maio a 30 de junho

Nenhuma anotação.

♦ 1º de julho

Gravidez de Naomi.

[N. do M.: acredito que o grupo, ou parte dele, tenha voltado para buscar Luna e Richard. O vale em questão pode ser o Vale Sagrado, mas também pode ser o local escondido onde fica Paititi e eu registrei apenas como “vale”. Isso se encaixa com o guia misterioso e a ida pra pegar Luna.]

◊ ◊ ◊

12ª Sessão – De volta à Cidade Sagrada

♦ 1º de julho de 1652 (continuação)

Volta ao vale.

♦ 2 de julho a 6 de outubro

Nenhuma anotação.

[Nota do Mestre: certamente o grupo decidiu partir rumo à aldeia de origem de Nahuapy, onde Naomi também passou sua adolescência. Acredito que Rocha e Aruana, apesar de estarem preocupados com Hernandez, não se entusiasmaram tanto pela agenda dos sacerdotes do sol a ponto de abdicarem totalmente de seus planos anteriores. E como eles já estavam com destino certo, Rocha e Aruana devem ter pedido, como condição, voltarem antes à Cidade Sagrada.]

♦ 7 de outubro

Chegada à terra de Nahuapy. Aruana reconhece o lugar. Matam um urso.

[N. do M.: Nahuapy é uma chiquitana, da tribo dos Chiquitos (no mundo real, índios bolivianos da região de Santa Cruz).]

♦ 8 a 10 de outubro

Entram na caverna que leva à Cidade Sagrada e seguem adiante.

♦ 11 de outubro

Descem o rio que deságua em uma cachoeira na Cidade Sagrada.

♦ 12 a 14 de outubro

Na Cidade Sagrada.

[N. do M.: certamente encontraram Huarí já como sacerdote jaguar. Mas não lembro o que aconteceu.]

♦ 15 a 17 de outubro

Caminho de volta da caverna.

♦ 18 a 20 de outubro

Ida à tribo de Nahuapy.

♦ 21 a 25 de outubro

Estada na aldeia.

♦ 26 de outubro

Casamento de Naomi.

♦ 27 de outubro a 3 de novembro

Viagem de volta ao vale.

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13ª Sessão – Paititi

♦ 4 a 10 de novembro de 1652

Paititi. Uma semana na cidade.

[N. do M.: caso eles já não tenham passado por Paititi, aqui eles devem ter encontrado Hernandez e recebido a proposta de liderarem uma revolta na colônia. Caso eles tenham passado, retornaram para planejar melhor, inteirar-se mais sobre as questões illimanis e sobre a região. Ou talvez a proposta tenha sido feita na Ilha do Sol, mas sem se aprofundar muito. Uma resposta positiva talvez fosse a senha para o acesso a Paititi.]

♦ 11 de novembro

Saída de Paititi.

♦ 12 a 17 de novembro

Viagem ao Grande Lago.

♦ 18 de novembro

Chegam ao Titicaca.

[N. do M.: por ter anotado “Titicaca” e não “Grande Lago”, é possível que aqui já tenha começado a preferir o mapa real do Peru ao mapa fictício da Terra de Santa Cruz. Eventualmente passei a utilizá-lo. Só não tinha como chamar Alcazar de Lima, pois eles já tinham tido uma passagem importante pela cidade.]

♦ 19 a 24 de novembro

Viagem.

♦ 25 de novembro

Chegam a Huamanga.

♦ 26 de novembro a 4 de dezembro

Viagem.

♦ 5 de dezembro a 13 de dezembro

Chegada na região de Arequia e viagem.

♦ 14 de dezembro

Chegada em Arequipa. Capitão Antônio de Eranzo. Incidente na taverna.

[N. do M.: beberrão, Capitão Antônio se meteu numa briga feia e foi preso.]

♦ 15 de dezembro

Feira. Templo das Neves. Mina clandestina. Revelação do capitão.

[N. do M.: não sei o que ocorreu na mina e no templo, só sei que ele fica no sopé do vulcão que domina a cidade. O Capitão Antônio, para se livrar de uma condenação, revela que é uma mulher e sua pena é comutada para a reclusão em convento de freiras.]

◊ ◊ ◊

14ª Sessão – Arequipa

♦ 15 de dezembro de 1652 (continuação)

À noite voltam ao albergue.

♦ 16 de dezembro

Tendresse entra pro convento. Rocha encontra suspeito. Roche se transforma em Coruja.

[N. do M.: Tendresse foi pro conventro atrás de Antônio/Catarina. Creio que Rocha investigava algo relacionado à mina clandestina.]

♦ 17 de dezembro

Naomi entre os negros. Conversa com Pedro. Encontro com Francisco. Nahuapy se transforma em coruja. Tendresse encontra o capitão. Bar.

[N. do M.: não sei quem é Pedro.]

♦ 18 de dezembro

Ida ao templo. Invadem a casa, “Aura”. Roubo da cela. Fuga do capitão.

[N. do M.: creio que tenha alguma coisa a ver com o que estavam investigando.]

♦ 19 a 20 de dezembro

Tendresse enrolando no convento pra não levantar suspeitas. Partida.

[N. do M.: os eventos em Arequipa já dizem respeito ao 3º capítulo, mas como vieram imediatamente na sequência de Paititi, ficaram neste capítulo.]

FIM DO CAPITULO 2

9ª Sessão – Em Cusco (incompleta)

♦ 27 de abril de 1652 – cavernas

Eles partem pela caverna de Huayna Picchu. O dia termina antes deles atingirem a bifurcação.

♦ 28 de abril – cavernas

Eles passam pela bifurcação e decidem continuar por outra caverna. A caminhada parece infrutífera, pois eles caminham o dia inteiro sem achar outra saída.

♦ 29 de abril – cavernas

Ao acordarem, decidem voltar para o Ninho do Condor. Chegam à saída jé de noite.

♦ 30 de abril – Ollantaytambo

Retorno a Ollantaytambo, onde passam a noite. Nahuapy tenta fazer “Adivinhação” para descobrir o paradeiro de Hernandez, mas não consegue nada de conclusivo.

♦ 1º de maio – viagem

Eles partem rumo a Cusco, caminhando pelo outrora Vale Sagrado. Os vales próximos aos rios são férteis, mas eles avançam pelas montanhas, de paisagem mais desolada e clima mais frio.

De noite, enquanto acampam, sentem algo estranho, um som que lembra vozes. Uma “Visão Astral” revela uma névoa mística que parece vir de um lago escondido nas montanhas.

Em volta do lago, vários espíritos de índios circulam. Naomi tenta se aproximar com “Viagem Astral”, mas seu corpo parece ser atraído para o lago. Ela consegue voltar para o corpo. O lago é o Yahuar Ccocha, o lago de sangue.

Eles procuram um lugar mais afastado para passar a noite.

♦ 2 de maio – viagem

Eles percorrem o Vale Sagrado sem maiores incidentes.

† FIM DO DIÁRIO †

E esta foi minha última anotação sobre a campanha, pra meu próprio espanto, no início de uma sessão, sem sequer tê-la terminado.

Entretanto, encontrei um caderno onde fazia as minhas anotações durante as sessões. Depois me baseavas nessas anotações quase taquigráficas para alimentar o diário de campanha. São apenas os dias, a movimentação do grupo e alguns eventos e personagens. Segue abaixo o resto da sessão conforme tais anotações:

♦ 3 de maio – Cusco

Chegada a Cusco. Passeio dos condores.

♦ 4 de maio – Cusco

Roubo da custódia. Conversa com Francisco.

[Nota do Mestre: creio que Francisco era o Visitador da Metrópole, Dom Francisco de Castro, um dos personagens oficiais de O Império do Sol.]

♦ 5 de maio – Cusco

Entrega da custódia. Recompensa de Francisco.

♦ 6 de maio – Cusco

Dia na cidade.

♦ 7 de maio – Cusco

Encontro com o índio.

[N. do M.: provavelmente nos mesmos moldes do encontro em Ollantaytambo.]

Essas sessões em Nova Castela certamente ocorreram em 1996. Só não saberia dizer se chegaram a adentrar 1997. Entre tantas outras coisas, meu envolvimento com o RPG Era do Caos e minhas atividades na Editora Akritó, organização de eventos, participação em publicações e tantas outras coisas, tenham me obrigado a deixar as anotações de lado por um tempo. O que acabou sendo pra sempre.

As sessões continuaram intensas por mais uns dois anos (97/98), tornando-se depois mais espaçadas. É possível que, em seu último ano, tenha havido apenas umas duas sessões.

Sigo em frente, portanto, apenas com as minhas lembranças.

Sei que o encontro de Nahuapy com o índio em Ollantaytambo foi a primeira de muitas sinalizações que os illimanis foram dando ao grupo rumo à “Cidade Perdida” (Paititi, conforme O Império do Sol).

Como forma de testarem o grupo, sem se revelarem ou correrem riscos, o grupo de sacerdotes do sol foram monitorando as ações deles desde a saída de Junín. O cordão entregue a Nahuapy era uma espécie de passaporte e identificação.

Em poucas sessões mais eles chegaram à Cidade Perdida, uma portentosa cidade illimani que reproduzia o velho esplendor do Império do Sol. Ela se encontrava na Região Inexplorada, conforme indicada no mapa da Terra de Santa Cruz, em um vale inexpugnável. Lá, salvo engano, eles encontraram Hernandez (a Cidade Perdida era a tal “cidade borrada” das visões de Nahuapy).

Quando conduzi o grupo à Nova Castela, estava ávido por fazer meu primeiro playtest no cenário de O Império do Sol. Mas algo além da ansiedade me travava: encontrar uma motivação para o grupo. Por isso, tirando a sequência contra Nacaj (“a sombra”), as sessões até aqui deram uma rateada. Mas toda essa viagem pelo Vale Sagrado teve como objetivo arrumar essa motivação.

Os líderes illimanis propuseram ao grupo liderar os nativos de Nova Castela em uma revolta contra o domínio colonial. Eles acreditavam que a experiência, versatilidade e habilidade deles seriam muito úteis para encontrar e unir outros grupos nesta empreitada. Aos illimanis, ao longo dos anos, após alguns levantes frustrados, só restou a árdua e clandestina manutenção da antiga cultura.

O grupo, claro, sentiu-se honrado e topou a empreitado. Eventualmente retornaram a Machu Picchu (não sei se antes ou depois desse importante encontro) para pegar Luna e Richard.

As sessões seguintes podem ser divididas em dois capítulos, um no qual eles percorrem toda a região para conhecê-la mais a fundo e saber com quem poderiam contar, e outro no qual a guerra é efetivamente travada.

8ª Sessão – Machu Picchu

♦ 22 de abril de 1652 (continuação) – cavernas

Eles entram num pequeno labirinto de cavernas. Passam por uma trilha illimani e param num paredão. Descobrem que o caminho continua do outro lado. Conseguem fazer uma passagem. Chegam no final da caverna já de noite. Parece ser o alto de uma montanha. Venta muito e faz frio. Resolvem aguardar o amanhecer. Mesmo assim, a noite é inquietante.

♦ 23 de abril – Machu Picchu

Amanhece e a caverna está coberta de névoa. Rocha e Nahuapy se transformam em condores e alcançam os céus sobre as nuvens. Ao fazê-lo, avistam a cidade de Machu Picchu. Quando as nuvens dispersam, veem que a caverna dá em um paredão de difícil acesso.

Preferem voltar pra caverna e pegar outro caminho, pois uma nova “Adivinhação” indica que Hernandez está longe. Retornando ao labirinto, acabam numa passagem que sobe verticalmente. Rocha se transforma em coruja e sobe. A caverna termina no topo do monte Huayna Picchu, que guarda a cidade. Rocha vê andenes no alto da montanha e illimanis fazendo a colheita. Já está anoitecendo, eles esperam o amanhecer para subir.

♦ 24 de abril – Machu Picchu

Eles sobem na montanha. Ao saírem da caverna, assustam os camponeses, que fogem apavorados. Eles descem o difícil caminho que leva à cidade e são surpreendidos pela guarda ao cruzarem o Templo da Lua. São levados ao Conselho de Sacerdotes.

Apesar de hostilizados, conseguem provar a natureza de suas intenções. Como recompensa, ganham o direito de escolherem o dia e a hora de sua própria morte. A única poupada é Tereza, cuja santidade é detectada, que é levada pelos amautas. O resto do grupo é levado até uma casa e mantido preso.

Tendresse e Naomi pedem uma audiência pra comunicar a decisão do grupo. Possuíam um plano um tanto confuso, mas a sorte lhes sorriu. Desta vez, o sacerdote repara no cordão de Aruana e no de Rocha. Apesar de contrariado, após fazer “Aura” nos dois cordões, decide suspender a sentença e ajudar o grupo. Para frustração de Nahuapy, o cordão que ela carrega nada significa para eles.

Como prova de boa fé do grupo, o sacerdote pede que Luna seja deixada na cidade. Nahuapy aceita. Richard se propõe a ficar com ela, o que também é aceito.

Eles permanecerão dois dias na cidade, e não deverão falar sobre ela com ninguém.

♦ 25 e 26 de abril – Machu Picchu

Ficam na cidade descansando para a próxima jornada.

7ª Sessão – No Vale Sagrado

♦ 16 de abril de 1652 – viagem

Eles partem de Huaylasjirca e viajam rumo ao Vale Sagrado.

♦ 17 de abril – viagem

O caminho passa a ter mais vegetação e trechos mais íngremes. Eles atravessam a correnteza do Urubamba usando uma corda e o auxílio de “Levitação”. À noite, quando acampam no alto de uma colina, são atacados por Palla Huarcuna, uma estátua viva de pedra amaldiçoada.

Ela agarra Miya e quase a mata, mas o grupo consegue libertá-la e eles fogem dali, vendo que os movimentos da estátua são lentos.

♦ 18 de abril – viagem

Eles atravessam uma série de andenes de cultivo semiabandonados e alguns rebanhos de lhamas.

♦ 19 de abril – Vilcabamba

Ao amanhecer, Nahuapy faz uma “Adivinhação”, mas não consegue perceber o seu significado. Depois do almoço, chegam à cidade de Vilcabamba.

À noite, em uma taverna, encontram o Capitão Antônio, o militar falastrão que haviam encontrado anteriormente próximo a Junín. Chegam a desconfiar dele devido à coincidência, mas eles só bebem.

[Nota do Mestre: Capitão Antônio de Eranzo é personagem oficial de O Império do Sol, baseado em fatos reais. Creio que a trama de Antônio/Catarina foi abordada junto ao grupo, ao longo das sessões, até o seu desfecho.]

♦ 20 de abril – Ollantaytambo

Na manhã seguinte, o grupo parte de Vilcabamba. Durante a viagem, começa a cair uma chuva fina. Eles se abrigam no tambo de uma ponte. Um Anchanchu se aproxima da forma costumeira, assumindo a forma de um velho. Porém, Nahuapy desconfia e percebe as suas verdadeiras intenções. Eles matam o demônio, que pouco pôde fazer.

No final do dia, chegam a Ollantaytambo. Resolvem acampar na fortaleza illimani abandonada. Atraídos pelo som de uma flauta vindo da praça, o grupo resolve se misturar aos aldeões. Nahuapy, Rocha e Miya ficam pra trás, na fortaleza.

Eles ouvem um barulho. Miya sai para chamar os outros. Nahuapy acaba encontrando um índio que a convence a ir para uma caverna. Lá eles falam sobre Hernandez. O índio a aconselha a procurar o Ninho do Condor.

Quando o grupo chega, Nahuapy fala em parte o que aconteceu. Todos ficam irritados com a conversa misteriosa, e desconfiados, mas decidem procurar o tal ninho.

♦ 21 de abril – Ollantaytambo

Para achar o tal ninho, Ayla, Nahuapy e Rocha se transformam em condores. Em sua busca, encontram um caminho illimani abandonado (mas Rocha resolve não segui-lo) e avistam uma caverna embaixo de um ninho de condor. O caminho passa relativamente perto da caverna.

Eles encontram o início do caminho e o seguem. Mas a viagem é difícil e eles são alcançados pela noite no alto das montanhas. Durante o acampamento, Naomi pressente atividade no plano astral e vê um grupo de illimanis se aproximando ao fundo e um soldado castellano correndo em sua direção. Ela faz “Viagem Astral”. O soldado está apavorado. Diz pra ela ter cuidado com o sol. Nisso, ela sente que começa a clarear e vê que as pessoas do grupo estão desaparecendo. Ela tenta voltar pro corpo, mas é tarde demais. Seu corpo astral se solidifica e ela se vê no chão na frente de um grupo de illiminais atônitos. Mas não tanto quanto ela.

Naomi não sabe, mas ela fez uma viagem ao passado. Ela conversa com o sumo-sacerdote do Sol que a leva até um oráculo. O oráculo revela que Naomi não pertence àquele lugar. O sacerdote dá um prazo pra Naomi voltar de onde veio. Sem fazer a menor ideia de onde se encontra, Naomi chama Nohrum. Este fica tão confuso com o ocorrido que se torna humano para ajudar Naomi.

Neste meio tempo, o grupo não sabe o que houve com Naomi. Só percebem que o corpo dela está morrendo.

♦ 22 de abril – cavernas

Amanhece e Naomi está na mesma. Enquanto isso, no passado, Nohrum convoca Assasse e os dois juntos conseguem enviar Naomi de volta, que acorda quando o grupo está entrando na caverna.

Capítulo 2 – O Vale Sagrado dos Illimanis (incompleto)

Personagens principais: Aruana (rastreadora maoári); Rocha (bandeirante); Naomí (feiticeira negra); Nahuapy (feiticeira mestiça chiquitana); Tendresse (pastora protestante).

Personagem convidado: Paulo Ferreira (ladrão).

NPCs principais: Hernandez (zaorí); Tereza (estigmata); Maurice (viajante imortal); Pierre Bellac (ex-soldado); Richard (naturalista); Miya (feiticeira de ferro e fogo); Ayla (feiticeira mestiça illimani ); Ccori (índia illimani).