OS MAPUCHES

Araucos é como os Castelhanos chamam as tribos nativas que viviam ao sul de Nova Extremadura e que causaram muita dor de cabeça aos colonizadores até o século XIX.

A principal tribo a habitar a Terra dos Araucos são os Mapuches, que não aceitam a denominação dos Castelhanos. Os Mapuches habitavam do vale do Aconcágua até o norte da Ilha de Chiloé quando os colonizadores chegaram. Antes deles, na invasão do Império do Sol, tiveram de aceitar o domínio dos Incas acima do rio Maule.

Os Mapuches, entretanto, não formam um grupo homogêneo, podendo ser divididos em três grupos principais, cuja língua é o Mapudungun:

• Picunches: habitam o vale central, ocupado anteriormente pelo Império do Sol. Estes, por sua vez, dividem-se em dois subgrupos: no vale do Mapocho, onde fica a capital de Nova Extremadura, habitam os Huaycoches; nos vales do Maipo e do Maule, os Promaucaes. Os Promaucaes ofereceram maior resistência tanto aos Incas quanto aos Castelhanos. Devido ao intercâmbio com os Diaguitas e com os Incas, a tribo é um pouco mais desenvolvida que o resto dos Mapuches e não é particularmente belicosa.

• Huilliches: vivem no sul, na região dos lagos, podendo ser encontrados também no norte de Chiloé no início da colonização da ilha. Tem como subgrupo os Cuncos. Os Cuncos vivem na costa, entre Valdívia e o canal que separa Chiloé do continente, sendo também encontrados na ilha. São os protagonistas da segunda rebelião Mapuche.

• Mapuches: os Mapuches propriamente ditos habitam as terras entre a região dos lagos e o rio Maule, também chamada de Araucânia. Dividem-se em dois subgrupos: os Lafkenches, que vivem na costa, e os Nguluches, que vivem nos vales.

No século XVII, quando ocorre a migração dos Mapuches para a Patagônia, aqueles que se misturam com as tribos andinas passam a ser chamados de Pehuenches.

Sociedade

A estrutural social mapuche é baseada na família. O pai é a figura central, mas a linha de parentesco é dada pela da mãe. O homem pode ter outras mulheres, mas os filhos de cada uma delas são considerados de famílias distintas. Os casamentos são realizados entre clãs diferentes.

Lof é o nome dado aos clãs. Cada lof tem um chefe, o Lonco. Nas guerras, os lof se reúnem em grupos maiores, os Rehues, comandados por um Toqui. Frente a uma grande ameaça, os rehues formam os Aillarehues, comandados pelo Mapu-Toqui. Na guerra contra os Castelhanos, os aillarehues formaram excepcionalmente os Butalmapus (zonas de guerra), chefiados pelo Gran Toqui, eleito pelos demais toquis. Três Butalmapus foram formados: da costa, das planícies e da pré-cordilheira.

Admapu é o conjunto de leis, regras sociais e valores que regem a sociedade mapuche. Regula a interação com os espíritos da natureza (Ngen), com os espíritos dos antepassados (Pillán), organização social, hierarquia militar, direito sobre a terra e recursos. Em tempos de guerra, o Admapu estabelece uma organização política fortemente hierarquizada.

A transgressão ao Admapu, caso cause dano em outro membro do mesmo lof, é resolvida pela compensação muitas vezes superior ao dano causado.

Se o dano foi causado a membro de outro lof, a compensação deve ser acertada entre os Loncos dos lof envolvidos.

Se as regras transgredidas forem de origem religiosa, estas se manifestam por meio de enfermidades impostas pelos espíritos, e pode atingir todo o lof do transgressor. Entre as possíveis transgressões está usar os serviços de um Calcu (feiticeiro) para provocar um mal.

Cada família tem direito a desenvolver suas atividades de caça, coleta ou agricultura em um determinado território familiar, que passa de geração em geração, explorado de forma comunitária pelos membros do lof. Esse direito implica também a jurisdição do Lonco sobre aqueles que habitam o território.

As tribos vivem em grandes vivendas de adobe, madeira, varas, totora ou palha, de 120 a 140 m², sem janelas. Os Mapuches têm boa produção têxtil, inclusive artística, dominada pelas mulheres. A economia é baseada na caça e na horticultura. A partir do século XVIII, desenvolvem a pecuária e a agricultura.

Na chegada dos Castelhanos, estima-se que houvesse um milhão de Mapuches. No final do século XVI, as guerras e duas pestes reduzem o contingente a 200 mil.

Ao longo da Guerra de Arauco, eles adquirem domínio do cavalo. No século XVII, aumenta o comércio entre Mapuches e colonos. Entre os séculos XVII e XIX, os Mapuches se espalham pelas cordilheiras, passam a comerciar gado e sal com os Patagões e entram de forma tanto pacífica quanto violenta na Patagônia setentrional. Em seus ataques relâmpagos a cavalo (malón), conseguem roubar ovelhas e vacas dos colonos.

A Invasão Mapuche

A migração pra Patagônia é provocada pela pressão demográfica causada pela ocupação castelhana, particularmente as investidas de apresamento no sul, no início do século XVII. Nessa expansão, procuram o domínio das rotas comerciais. O gado roubado nos Pampas é vendido em Nova Extremadura, assim como o sal extraído das grandes salinas.

Nas cordilheiras, pequenas tribos são totalmente assimiladas, como os Poyas, e Puelches. Os Mapuches acabam ocupando um território contínuo do Pacífico ao Atlântico. Dos Andes ao Atlântico, chamam o território de Puel Mapu, enquanto o território original, dos Andes ao Pacífico, é chamado de Gulu Mapu.

Os novos hábitos ganadeiros dos Patagões leva ao aumento da população no norte da região e a muitos conflitos internos, o que facilita o domínio dos Mapuches, cuja chegada detém a expansão dos índios dos Pampas. Os patagões sofrem processo de mestiçagem e aculturação. A ocupação mapuche se dá na parte setentrional, sendo o rio Chubut e o Planalto das Visões o limite sul da área invadida.

MAGIA E RELIGIÃO

Os Mapuches dividem o mundo em três planos: Wenu Mapu (terra de cima, onde habitam os antepassados e os bons espíritos), Nag Mapu (terra central, onde estão os vivos), Miñche Mapu (terra inferior, onde habitam os espíritos malignos).

A religiosidade não se expressa por templos, mas na relação com a natureza e com os espíritos ancestrais. O tambor cerimonial Cultrún é o mais importante instrumento musical, usado em todos os rituais.

Cada tribo possui um altar sagrado, com estátuas de madeira chamadas Chemamull. Os cemitérios ficam em colinas cônicas artificiais feitas de pedra e barro, chegando a 40 metros de altura.

Os feiticeiros são divididos entre aqueles a serviço do bem, portanto a favor da tribo, os Machis; e do mal, contra a tribo, os Calcus.

Ngen

Ngen são os espíritos primordiais da natureza. Cada interação com a natureza não pode se opor à vontade de um Ngen, ou será uma transgressão ao Admapu. Os castigos às transgressões costumam ser enfermidades impostas ao transgressor ou a alguém de seu lof. A enfermidade causada como punição à transgressão ao Admapu não é imposta por meio de feitiço, mas de ritual junto ao Chemamull.

Ngenechén é o espírito que governa os humanos, o ser supremo dos Mapuches. A entidade é a conjunção de uma família de quatro espíritos: homem e mulher, velho e jovem. Comunica-se com os Mapuches através dos sonhos dos Machis. Estes, ao despertarem, devem interpretar tais mensagens.

Ngen Mahuida é o espírito das montanhas. Vigia os Mapuches das mais altas rochas, como os condores. Se alguém alcança o seu lar, uma caverna em local bem alto, quase inacessível, e tocar na pedra da caverna, receberá um castigo.

Ngen-Winkul são os espíritos dos vulcões, que podem tomar forma zoomorfa (comum ou mitológica) ou antropomorfa (como um fazendeiro que vive na montanha e não envelhece). Costumam viver junto a muitos pillanes. Podem controlar o clima nas montanhas.

Ngen-Mapu é o espírito da terra. Para ter uma boa colheita, a pessoa precisa ter boas relações com este Ngen.

Ngen-Kütral são espíritos do fogo, mas apenas do fogo ocorrido de forma natural.

Ngen-Ko são os espíritos da água. Residem em qualquer fonte de água limpa, doce ou salgada. Têm o poder de se transformar em animal, pedra, homem ou tronco de água.

Ngen-Küruf são espíritos dos ventos.

Ngen-Mawida são espíritos dos bosques nativos. Cada bosque tem o seu. Protege a fauna e a flora do lugar, evitando sua exploração sucessiva, sua contaminação ou destruição pelo fogo. .

Ngen-Kulliñ são os espíritos dos animais. Podem tomar a forma de qualquer animal. Para caçar, é preciso sua permissão.

Ngen-Lawen é o espírito das ervas medicinais. Há algumas ervas poderosas que só podem ser colhidas com a permissão deste Ngen. Caso seja colhida a sua revelia, saem cobras das plantas.

Ngen-Kura é o espírito das pedras. Há pedras especiais com as quais é possível dialogar com o Ngen. Quando se acha uma dessas pedras, o local logo vira destino de peregrinação.

Ngen-Rëpü é o espírito das trilhas naturais. Se o viajante lograr merecer a simpatia deste Ngen, ganhará um guia e tanto.

Os Espíritos dos Mortos

Os espíritos dos mortos têm grande importância no mundo espiritual dos Mapuches, com forte impacto no mundo dos vivos.

Alhué

É a alma dos mortos que resiste em partir, permanecendo como fantasma na região em que viveu, sem pode ir pra muito longe do cadáver. Com o tempo, a alma vai se dissolvendo. Neste estado, um Wekufe (espírito maligno) pode se apossar dela e escravizá-la. O Alhué pode também ser dominado e usado por um Calcu (feiticeiros).

Para recuperar sua liberdade, o Alhué precisará viajar até a ilha dos mortos, Ngill Chenmaiwe, que só pode ser alcançada com a ajuda das Trempulcahue, quatro baleias míticas nas quais se transformam quatro anciãs ao pôr do sol. Elas não podem ser vistas pelos vivos, só no plano astral. A passagem é paga a elas com llancas (pedras cor de turquesa). Na ilha, o Alhué poderá, finalmente, seguir em frente, rumo a Wenu Mapu. A ilha dos mortos se encontra no plano astral, correspondendo, no mundo físico, à ilha Mocha. O interior da ilha é completamente montanhoso e coberto por uma densa floresta, que abriga um pequeno lago. Mas o litoral é formado por uma planície costeira que permite fácil acesso à ilha em qualquer ponto da costa.

Pillán e Wangulén

São os espíritos benignos masculinos e femininos. Representam a linhagem familiar, os antepassados, atuando como guardiões da família. Uma alma se torna um Pillán ou uma Wangulén se, em vida, a pessoa seguiu as tradições e leis do Admapu, e se tiver uma grande descendência que honre sua memória e dele se recorde.

Quando os espíritos dos antepassados necessitam entrar em contato com um membro de seu lof, o Pillán e a Wangulén podem construir uma escultura precária com objetos e elementos da natureza, chamada Chelcura, para transmitir algum conselho ou informação. Mas a capacidade de intervenção dos espíritos no mundo físico é extremamente limitada, de forma que o Chelcura só consegue se manter por muito pouco tempo. Como à noite as barreiras entre os dois planos se torna menos densa, só é possível construir o Chelcura durante a noite.

Aun

Ritual funerário que os Mapuches realizam antes do enterro. Tem como objetivo afastar os espíritos malignos e os Calcus que possam se apoderar do alhué do morto. No final do ritual, são colocadas lajes de pedra sobre a sepultura e mantas sob o cadáver. Junto a ele são enterrados seus pertences mais preciosos.

PERSONAGENS MAPUCHES

Os personagens sem magia seguem o padrão dos personagens indígenas, sendo recomendável a habilidade Montar Animais e não havendo restrição ao uso de armas de fogo.

Os Machis

Machi é o xamã dos Mapuches, tanto homem quanto mulher. Eles conhecem os segredos medicinais, detêm o conhecimento do lof e servem de intermediários para o mundo espiritual. São inimigos dos feiticeiros, os Calcus

Um Machi não pode nunca fazer o mal, nem agir por interesse pessoal, inveja ou cobiça. Jamais aceita pagamento pelos seus serviços. Caso haja de forma diferente, será considerado um Calcu, mesmo que não o seja.

Os Machis dominam todos os rituais necessários para a comunicação com os Ngen, ensinando-os aos membros de seu lof, pois muitos rituais podem ser realizados apenas com o auxílio do Chemamull, estátua de madeira que funciona como um receptor mágico dos rituais. Devidamente energizado, serve como meio de comunicação com os Ngen.

A magia dos Machis não depende dos Ngen, mas o seu uso deve ser cuidadoso, evitando contrariar os espíritos. Caso isso ocorra, o Ngen pode causar interferência no uso de determinadas magias, como impedi-lo de controlar animais, controlar a água, provocar uma ventania, lançar dados de pedra etc., além de outros obstáculos ou ações mais diretas.

Lista de Habilidade: Conhecimento da mata; Cultura indígena; Ervas e plantas; Mitos e lendas; Ocultismo (atributo relacionado: Inteligência). Habilidades obrigatórias: Cultura indígena; Ervas e plantas; Mitos e lendas; Ocultismo.

Lista de Feitiços: Adivinhação; Andar sobre as águas; Aura; Barreira astral; Camuflagem; Chamado; Comunhão com a floresta; Comunicar-se com animais; Controlar água; Controlar animais; Controlar fogo; Criar ilusão; Criar nevoeiro; Cura; Dardos de pedra; Desviar ataques; Detectar magia; Elo mental com animais; Exorcismo; Imunidade ao fogo; Invocar Espíritos; Invocar Tempestade; Lava; Levitar; Metamorfose; Ouvir o vento; Raízes; Remover magia; Respirar sob as águas; Ventania; Ventura; Viagem astral; Visão astral; Visão noturna.

O Pelom

É o vidente. Muitos machis têm o poder da vidência por meio do feitiço Adivinhação. Mas o Pelom não precisa de poder mágico para ter visões do futuro. Eles possuem o dom da vidência, e raramente o controlam.

Ngenpin

Trata-se de uma função. Pode ser um machi, um pelom, um toqui ou qualquer outro da tribo. É um sábio, filósofo, teólogo e orador. Ele é o Dono da Palavra. Ele diz as orações nos cultos e cerimônias da tribo.

Os Calcus

Calcu é o bruxo mapuche. Geralmente vivem isolados nas montanhas e atuam contra as comunidades. Para driblar as retaliações dos Ngen, a magia dos Calcus está protegida pelos espíritos malignos.

Portanto, não basta ser um Machi proscrito. É preciso que o feiticeiro faça essa aliança com os seres que habitam o Miñche Mapu. Um feiticeiro que não é nem Machi, nem Calcu, será um feiticeiro que sofrerá restrições por parte dos Ngen para realizar seus feitiços, além de ser perseguido por sua ex-tribo. Sofrerá, ainda, constante assédio dos Caclcus, podendo atrair também a inimizade destes com sua recusa.

Contudo, isso não significa que os Ngen sejam inimigos naturais dos Calcus. Sempre pode haver uma margem de negociação, como um Calcu oferecer a um Ngen algo que interesse a este para obter certos favores.

O aspirante a Calcu deve suportar provas terríveis. Uma delas, por exemplo, consiste em ficar quarenta dias petrificado sob as águas de uma cachoeira. Uma vez aceito como Calcu, aprenderá diversos feitiços oriundos da terra inferior. Esta aliança, entretanto, também impõe um rígido código de conduta: o Calcu não pode roubar e deve ser discreto em suas intervenções mágicas. Se desobedecer a este código, será punido pelos espíritos malignos. Só lhe é permitido usar magia abertamente contra outro feiticeiro, para legítima defesa ou para proteger sua casa, geralmente uma caverna.

O Calcu tem o poder de se transformar em uma única espécie de ave sem necessidade de usar seu poder mágico. Por isso, quase todos optam por uma ave com boa capacidade de articular sons, para que possam se comunicar facilmente uns com os outros nessa forma.

Dominam também um ritual que lhes permite provocar enfermidades à distância. A fim de verificar os efeitos de seus feitiços, contam com o Challanco, um espelho com o qual o Calcu pode observar sua vítima. Para isso, é preciso deixar um objeto previamente preparado magicamente na área a ser monitorada. Pode ser outro espelho ou uma estatueta, por exemplo.

Assim como os feiticeiros do norte, o Calcu conhece um ritual semelhante ao Kefke, no qual sua cabeça se desprende do corpo e as orelhas se transformam em asa. Entre os Mapuches, este feitiço é conhecido como Chonchón, e, ao invés da imersão em uma banheira com a poção, o Calcu utiliza um creme mágico na garganta.

O principal objeto mágico em posse de qualquer Calcu, recebido quando é aceito no conciliábulo, é o Macuñ, um poncho mágico feito com a pele de um morto. O Macuñ permite ao Calcu voar e ficar invisível. O voo é lento, como se estivesse levitando, mas com total controle da direção. A invisibilidade só é possível enquanto permanecer imóvel. Além desses dois feitiços, o Macuñ pode emitir uma luz alaranjada, chamada de Luz do Mal, que pode cegar por pouco tempo. Ela provoca nas pessoas a seu redor um efeito contrário ao Ventura. Ou seja, um evento azarado irá ocorrer com a vítima, a não ser que ela seja bem sucedida em resistir à magia. O poder mágico emana do próprio poncho Macuñ, e não do feiticeiro. A Luz do Mal só pode ser emanada uma vez por dia, sendo necessárias 24 horas para recarregá-la.

Antes dos Castelhanos chegarem, os Calcus se reuniam na ilha de Chiloé. Após a fundação de Castro, acharam prudente mudar a sede do conciliábulo para uma caverna próxima ao vulcão Hornopirén, nas cordilheiras. Embora vejam a chegada dos Castelhanos com desconfiança, a acirrada rivalidade dos Calcus com os Mapuches faz com que os colonizadores sejam vistos apenas como um aliado involuntário que mantém os Mapuches distraídos e ocupados. É com esse espírito que muito de seu conhecimento foi assimilado por Moraleda para que fundasse o Recta Provincia. O colete dessa ordem é baseado no poncho dos Calcus, ainda que seu funcionamento seja diverso.

Renupulli: a Caverna da Terra, oculta nas cordilheiras, lugar onde se reúnem os Calcus para desenvolverem seus poderes, em companhia de criaturas e espíritos aliados. A caverna se encontra muito bem iluminada por lampiões alimentados por azeite humano. Só podem entrar na caverna aqueles que conhecem a contrassenha. Ela se mantém invisível aos olhos dos demais mortais. Divulgar o lugar da caverna é uma falta gravíssima entre os Calcus.

Lista de Habilidade: Cultura indígena; Ervas e plantas; Mitos e lendas; Ocultismo (atributo relacionado: Inteligência). Habilidades obrigatórias: Todas.

Lista de Feitiços: Adivinhação; Amaldiçoar; Andar sobre as águas; Aura; Barreira astral; Camuflagem; Chonchón; Comunicar-se com animais; Conjurar entidades; Controlar água; Controlar animais; Controlar entidades; Controlar fogo; Criar doenças; Criar dor intensa; Criar ilusão; Criar nevoeiro; Cura; Dardos de pedra; Desviar ataques; Detectar magia; Exorcismo; Imunidade ao fogo; Invocar Espíritos; Invocar Tempestade; Lava; Levitar; Medo; Metamorfose; Remover magia; Respirar sob as águas; Trevas; Ventania; Viagem astral; Visão astral; Visão noturna.

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Published in: on 20 de setembro de 2016 at 14:40  Deixe um comentário