38ª Sessão – A Última Sessão de Bandeirantes

Anotações preliminares:

Fortaleza de Cuélap: 700 em treinamento com Hernandez, Ccori, Tereza, Pablo, Maurice, Ximena, Gabi, Huanuco, Ollantay, Quippu, Coco, Pedro Kalu, José Negro, Mano, Juan Puma, Rodrigo, Mário, Jorge, Fio, Aguilera, Marco, Qosmo, Quenco, Cusi, Giba, Luiz Quiñonez, Raulzito, José, Mano Negra.

Centro: perda total. Sobra Ayla.

Sul: 650 acampados no planato desértico.

Costa: 115 acampados em Paracas.

Ayacucho: tomada de Ayacucho e Abancay. Morreram 520 homens, restaram 121. Juntaram-se ao grupo 1220 índios e mestiços.

Vale Sagrado: tomada de Vilcabamba e Ollantaytambo. Morreram 140 e restaram 491. Juntaram-se ao grupo 750.

Floresta: 559 em treinamento com Tendresse, El Viejo e Pedro Velho.

Cerro de Pasco: 6274 homens, sendo 6000 em treinamento com Rocha, Paulo, Nahuapy, Naomi (4 feiticeiros), Tito, Gru, Antônio Juarez, Duran, Alcazar, Gomez, Navalha, Lopes, Manco, Pepe, Pedro, Juan, Miguel, Juanito, Mattos e Richard.

Montanhas nevadas: Amaro e Chuquichuchay.

Morte: Guestia ou Huaychau.

Usar: Ucumari, Vampiros e Chavín.

Itens mágicos: Boleadeira de Mama Guaco, Funda de Ayar Cachi e Titi.

General atrás dos irmãos.

5 meses para chegarem reforços da Metrópole.

[Nota do Mestre: nenhum dos itens foi encontrado. Os outros locais e personagens também não. Era apenas uma possibilidade conforme o andamento da sessão. Pela localização de Tendresse, acredito que a jogadora não tenha conseguido imaginá-la atuando na linha de frente e passado a jogar com NPCs.]

♦ 3 a 5 de janeiro de 1655

Organizam um grupo para levar prata à Floresta, um grupo de 50 homens liderados por Pedro e Juan.

Duas milícias pelas montanhas, 10 de cada. 4 postos de observação com 2 sentinelas. Dois feiticeiros pra ronda aérea. Barricada ao redor da cidade.

♦ 6 de janeiro a 6 de fevereiro

Castellanos acampam aos pés da cordilheira.

Cerco em Ollantaytambo.

Ataques pequenos e contantes a Ayacucho.

♦ 7 de fevereiro a 7 de março

General chega no acampamento militar.

Ayacucho caiu. Há uma tropa indo a Junín.

Kalunga tocaia o general.

Ayla e Nahuapy vão a Junín envenenar a comida da Guarda.

[N. do M.: o General em questão é o pai, tio ou avô de Ilya.]

♦ 8 de março a 8 de abril.

Ayla e Nahuapy envenenam o acampamento e matam 50 militares.

♦ 9 de abril a 9 de março

Chegaram reforços do sul.

Chegam os índios Iquichanos. Ayla reconhece Huaro, o feiticeiro.

Kalunga e Ilya são presos. Kalunga é levado à Inquisição, em Alcazar, e tem os olhos queimados. Ilya é estuprada pelos soldados e mantida cativa no acampamento militar. Rocha sobrevoa a área.

♦ 10 de março

Rocha sai atrás de sinais de Pierre e Armand.

FIM DA CAMPANHA

Nota do Mestre: apesar das anotações não darem essa impressão, o foco principal desta última sessão foram os irmãos feiticeiras, sua captura e o seu destino cruel. Acredito que Ayla tenha presenciado, metamorfoseada, o que aconteceu com Kalunga e voou para avisar aos outros. A sessão seguinte seria provavelmente a elaboração de um plano para libertar os irmãos. Não sabíamos contudo, que seria a última, até porque todos saíram satisfeitos e empolgados para continuar (e não deixar os irmãos em circunstâncias tão difíceis).

O hiato entre esta última e a sessão anterior talvez tenha sido o maior período sem jogar desde o início da campanha em abril ou maio de 1994. Provavelmente ocorrida em 2001. Foram 7 anos de campanha, quase 4 anos de aventuras no jogo (maio de 1651 a março de 1655), 73 sessões de jogo. A campanha foi descontinuada por motivos extra-campo.

Eu mesmo estava indeciso quanto ao rumo que daria a esta insurreição. Estava em meu poder fazê-la fracassar ou fazê-los triunfarem. Até então, procurei seguir uma linha neutra, mas que se mostrava por demais demorada e tediosa para todos. Em termos dramáticos, o mais interessante (e historicamente mais correto) era o fracasso, algo semelhante ao sonho/visão no Deserto de Nazca.

Cheguei a pensar, após o desenlace desse conflito familiar entre os irmãos e seu perseguidor, em fazer um salto pra frente, com Vida, Luna e os gêmeos de Aruana. Ayla e Maurice teriam partido com as crianças para um lugar seguro, distante da guerra, em terras lusitanas, provavelmente Belém. Ayla teria voltado para a guerra e para avisar o local onde as crianças estavam, mas não conseguiu encontrar mais ninguém. A guerra haveria acabado. O grupo, desaparecido. Ela avisa a Maurice e passa a se dedicar a encontrar algum sobrevivente ou notícias a respeito. Ou algo nessa linha. A ideia de uma “nova geração” permaneceu viva por alguns anos, mesmo após ter desistido em dar continuidade à campanha.

Sinto como se tivesse sido nosso Abbey Road, como se tivéssemos nos reunido só aquela vez mais pra terminarmos por cima. Um ou dois anos depois, o jogador que fazia Kalunga, Rafael, lamentava não ter continuado a aventura, pois havia gostado muito da última sessão. Mas quem mais se ressentiu do fim da campanha foi a intérprete de Nahuapy, Juliana Terán, que sempre insistiu para que eu voltasse a mestrar. O que acabou ocorrendo, graças a sua insistência, uns 7 ou 8 anos depois. Mas isso já é outro grupo, outra história…

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35ª a 37ª Sessão – Guerra Total (anotações de jogo)

Nota do Mestre: depois de uma bem sucedida aventura tradicional, tentei retomar a guerra, que não dava pra deixar de lado. Tentei avançar, tentei particularizar, nada parecia funcionar.

◊ ◊ ◊

35ª Sessão – Cerco a Huanuco

♦ 31 de outubro de 1654

Festa do interior. Tito e Ilya ficam juntos.

Decidem atacar Huanuco.

♦ 1º a 5 de novembro

Viagem a Huanuco. 150 pessoas. Sobrevoam a cidade.

♦ 6 de novembro

Nahuapy vai procurar o enviado.

♦ 7 de novembro

Nahuapy em Huanuco.

♦ 8 de novembro

Garoto dá a dica a Nahuapy, que encontra o enviado.

♦ 9 a 10 de novembro

Espera. Enviado deixa os illimanis de sobreaviso.

♦ 11 de novembro

Nahuapy volta a falar com o enviado

♦ 12 de novembro

Ataque às minas pela manhã. Ataque às vilas à tarde.

Grupo do Pierre: 151. 9 mortos.

Grupo do Kalunga: 135. 7 mortos.

Grupo da Naomi: 131. 8 mortos.

Grupo da Ilya: 166. Nenhuma perda.

Grupo do Tito: 140. 6 mortos.

Grupo do Rocha: 205. 16 mortos.

Ao grupo de 150 havia se somado 928 locais. Com 46 mortos, permaneceram 1032.

◊ ◊ ◊

36ª Sessão – Ataque a Huanuco e a Cerro de Pasco

Anotações preliminares:

Grupo original: 104.

Novatos: 928.

Ficaram na fortaleza: 58.

Outras Fortalezas:

Sul – triângulo entre Arequipa, Potosí e Moquegua: 650. Líder bandoleiro.

Centro – entre Oropesa e Junín: 367. Ayla.

Ayacucho – entre Ayacucho e Abancay: 641. Líder bandoleiro.

Vale Sagrado – entre Vilcabamba e Ollantaytambo: 631. Enviado.

Costa – cavernas de Paracas: 115.

Cuélap: 199. Líder Maurice.

Anotações prévias para a sessão:

Índios próximos: Ashanincas, Shipibos (próximos à fortaleza).

Amaro: montanha nevadas.

Chuquichinchay: altas montanhas.

Guestia ou Huaychau.

Lembrar do Ucumari. Vampiros. Chavín.

Tio atrás dos irmãos.

Um homem escapou do cerco e foi pra Cerro de Pasco.

As outras fortalezas estão precisando agir.

[Nota do Mestre: nenhuma dessas lendas foi utilizada.]

♦ 12 de novembro de 1654 (continuação)

Os revoltosos cercam Huanuco: Gru, Rocha, Kalunga, Naomi, Paulo, Alcazar, Navalha, Gomez + 40 miguelitos.

Ataque à casa da guarda.

Pierre, Naomi, Paulo e Kalunga pegam o prefeito.

8 rebeldes mortos.

14 guardas mortos.

1646 índios e mestiços se juntam aos rebeldes.

♦ 13 de novembro

Manco segue pra segunda fortaleza com 500 homens.

Pablo e Juanito seguem com 500 pra Cuélap.

Atacam a quarta vila de Huanuco. 108 pessoas se juntam a eles.

Partem pra Cerro de Pasco.

No caminho passam por 10 vilas. Grupo se divide. 200 vão pras vilas.

Total de 1374 homens.

♦ 14 de novembro

Viagem. Rocha vai se encontrar com Ayla.

♦ 15 de novembro.

Chegada a Cerro de Pasco. Encontram um grupo de 100 soldados.

Perdem 90 rebeldes.

Ilya faz reconhecimento. Ataque a Cerro.

Naomi e Nahuapy tentam pegar o prefeito.

Paulo lidera 100 homens à Casa da Guarda.

Kalunga e Pierre lideram 300 homens às minas. Dividiu em 7 grupos.

Ilya sobrevoa.

Naomi e Nahuapy se disfarçam de guardas e descobrem os planos de defesa. Nahuapy vai com o prefeito pra Casa de Guarda. Paulo é surpreendido na entrada da cidade, perde 10 homens. Ilya vai atrás de reforços.

Flechas incandescentes.

Naomi conjura um Touro Negro na praça central. Nahuapy se esconde na Casa de Guarda.

Carga na cidade. 72 mortos.

Naomi e Kalunga se dirigem com um grupo pra igreja.

Total de 670 mortos.

4157 homens.

Os líderes da cidade fogem por uma passagem secreta.

Há um desabamento na cidade.

◊ ◊ ◊

37ª Sessão – A Metrópole Contra-Ataca

Anotações preliminares:

Cuélap: 700.

Floresta: 559.

Cerro de Pasco: 6440.

Centro: 367. Ataque a Oropesa.

Sul: 650. Ficam quietos.

Ayacucho: 641. Ataca Ayacucho e Abancay.

Vale Sagrado: 631. Ataca Vilcabamba e Ollantaytambo.

Costa: 115. Ficam quietos.

♦ 16 de novembro a 23 de dezembro de 1654

Colocam a cidade de Cerro de Pasco em ordem. Montam postos de vigília e armadilhas. Encontram 4 feiticeiros.

Rocha e Kalunga foram investigar Alcazar. Segue uma força de 100 cavaleiros, 400 soldados de infantaria e 800 escravos.

Pierre sai em busca de Armand.

[Nota do Mestre: a ideia era que Armand conseguisse juntar os piratas e formar um braço marítimo da rebelião. Apesar das forças serem numericamente inferiores, só o grupo inicial de Cuélap foi bem treinado. Uma pequena parcela dos que se juntam são enviados pra lá para treinamento. Pra não falar na limitação de armas e munição.]

♦ 24 de dezembro de 1654 a 1º de janeiro de 1655

Destinam 150 guerreiros médios para emboscada a um dia da cidade. Rocha e Kalunga vão junto. Baixa de 120 homens. Os castellanos perderam 13 cavalos, 66 soldados e 104 escravos.

♦ 2 de janeiro

Paulo e Kalunga dão a volta com 73 homens pra surpreender pela retaguarda.

Alcazar segue com Gru e os outros 75 pela frente.

Rocha comanda grupo de 200 atiradores.

Os soldados enviaram grupos de 30 para cercar os flancos. Um deles avista o grupo liderado por Rocha. Baixa de 21 e os castellanos são dizimados.

Do outro lado, o grupo ataca primeiro e mata 27. Os outros três saem correndo de volta para a tropa.

Depois vem o ataque. Os soldados são dizimados, mas os rebeldes sofrem 307 baixas. 21 cavalos fogem, restando 55 em posse do grupo. Muitos escravos também se juntam aos rebeldes, 261.

33ª e 34ª Sessões – Surgem os irmãos feiticeiros (anotações de jogo)

33ª Sessão – Saque de Nova Valladolid

♦ 3 de outubro de 1654

Planos de ataque.

♦ 4 a 6 de outubro

Preparação da viagem.

♦ 7 e 8 de outubro

Viagem a Nova Valladolid.

♦ 9 de outubro

Ataque à noite. Armazém roubado. 93 illimanis e 13 metiços se juntam à tropa.

♦ 10 de outubro

Comem e partem. Acampamento. Nahuapy encontra Arturo.

♦ 11 de outubro

Encontro com os irmãos Kalunga e Ilya.

[Nota do Metre: Arturo eu não me lembro de quem se trata, mas Kalunga e Ilya são os nos novos personagens, sendo Ilya a substituta de Aruana. Os dois são feiticeiros mestiços.]

♦ 12 a 14 de outubro

Viajam até o rio. “Voar com os ventos” de Tito.

♦ 15 de outubro

Travessia. Naomi conjura 24 animais.

♦ 16 de outubro

Tendresse acha uma cidade abandonada.

♦ 17 de outubro

Juanito vai avisar aos outros.

♦ 18 a 20 de outubro

Viagem. Limpar o terreno.

♦ 21 de outubro

O grupo se junta.

♦ 22 de outubro

Rocha e Nahuapy retornam à fortaleza e encontram Ayla.

♦ 23 a 25 de outubro

Ilya encontra Tingo Maria.

[N. do M.: Tingo Maria é o lugar da lenda da Bela Adormecida.]

◊ ◊ ◊

34ª Sessão – A Bela Adormecida e os Gigantes

Anotações preliminares para a sessão:

A lenda da Bela Adormecida: o feiticeiro Cunyacg, poderoso, se enamorou da princesa Nunash. Cunyacg levantou um palacete em sua homenagem. Viveram um tempo felizes. Foram atacados pelo pai da princesa e Amaru, um monstro em forma de cobra. Cunyacg transformou-a em mariposa para escapar e pedir ajuda e se transformou em pedra para evitar o ataque de Amaru. Ela voou até a selva e retornou com ajuda para combater Amaru. Os inimigos foram vencidos. Nunash voltou ao normal, mas Cunyacg não conseguiu. Cansada, Nunash descansou sobre a pedra na qual seu amado se transformara, mas sem saber que era ele. No sonho, escutou a voz dele: ele contava o ocorrido e, para provar seu amor, ela poderia se transformar em pedra e ficarem a eternidade juntos. E ela se transformou.

Amaru, o monstro cobra (100m, 2 cabeças / 2d6 + 8 cada, corpo – 1d6 + 10).

Gigantes, ossos que sangram (Força + 4).

General à procura dos irmãos. Exército.

Índios: Lamistas, Shipibos (esteiras e cestos com folhas de palma, canoas de cedro, casas familiares, não ficam no rio, brincos nas orelhas e nariz, agricultura e cerâmica, roupões de algodão, arco, lança, azagaia, zarabatana, macana).

♦ 26 de outubro de 1654

Os feiticeiros com metamorfose montam guarda no observatório.

Tito, Tendresse, Naomi e Nahuapy vão falar com os Shipibos.

Ilya e Kalunga acham a caverna de um gigante. Rocha vai investigar. Ilya leva um osso pro acampamento. Tito faz “Aura”.

Ilya e Kalunga sonham com a Bela adormecida.

♦ 27 de outubro

Expedição à caverna. Rocha, Ilya, Kalunga, Naomi, Paulo, Nahuapy, Tito, Tendresse, Richard.

Avistam a montanha. Novo sonho.

♦ 28 de outubro

Eles entram na caverna. Naomi faz “Aura”. Mais ossadas.

Nahuapy e Naomi fazem “Viagem astral” e são possuídas pelos gigantes. Escapam pelo exorcismo.

Os irmãos sonham de novo.

♦ 29 de outubro

Ilya e Nahuapy voam até a montanha e acham a pedra. Rocha e Kalunga vão depois. Os outros ficam a pé.

Meio da madrugada, ritual de remover encanto. Funciona.

Aparece Amaru, a serpente de duas cabeças.

♦ 30 de outubro

Volta à cidade.

[Nota do Mestre: ocioso dizer que eles derrotam Amaru e garantiram um final feliz para os amantes.]

30ª à 32ª Sessão – Tambores de Guerra (anotações de jogo)

Nota do Mestre: nestas três sessões, o grupo reúne, treina e distribui a tropa.

◊ ◊ ◊

30ª Sessão – Reunindo a tropa

♦ 14 de fevereiro de 1654

Chegaram 86 recrutas no centro (39 mestiços e 47 índios).

[Nota do Mestre: “centro” era um posto avançado no centro de Nova Castela.]

♦ 15 de fevereiro a 14 de abril

Chegam 5 índios de Cajamarca: Pablo, Pepe, Pedro, Juan e Miguel.

♦ 15 de abril a 5 de maio

Grupo de 10 exploradores na região de Cuélap. Conflito. Três são mantidos presos na fortaleza: Antônio, Raul e Luiz.

♦ 6 de maio a 9 de junho

Sem anotações.

♦ 10 de junho

Chegada de Tito.

[N. do M.: Tito é um Sacerdote do Sol, interpretado por um jogador intermitente.]

♦ 11 de junho

Culto ao sol.

♦ 12 de junho a 9 de julho

Sem anotações.

♦ 10 de julho

Chegam mais 33 pessoas (27 índios e 6 mestiços). Um deles é Juanito, um feiticeiro indígena “nível 6”. Três índios e 1 mestiço com abertura para magia.

No centro, 116.

Viagem a Cajamarca (Paulo, Naomi, Maurice, Nahuapy, Rocha).

♦ 11 a 24 de julho

Sem anotações.

♦ 25 de julho

Chegada a Cajamarca. Conjura cavalos. Assaltam o empório.

◊ ◊ ◊

31ª Sessão – Treinando a Tropa

♦ 26 de julho de 1654

Viagem de volta à fortaleza.

♦ 27 de julho a 5 de agosto

Sem anotações.

♦ 6 de agosto

Na floresta, eles avistam uma bandeira. Nahuapy se transforma num pássaro pra guiar o grupo.

♦ 7 de agosto

Nahuapy se desvia da lagoa.

♦ 8 de agosto

Encontram os Lamistas.

[Nota do Mestre: outra tribo de índios da floresta.]

♦ 9 de agosto

Deram um tempo antes de partir.

♦ 10 e 11 de agosto

Viagem.

♦ 12 de agosto

Chegada à fortaleza.  Nahuapy encontra Juanito e seus pupilos.

Rocha ensina lutar com espada.

Entre 25 de julho e 12 de agosto, chegaram 44 recrutas: 6 brancos, 10 negros, 12 mestiços e 16 índios.

♦ 13 de agosto a 19 de setembro

Sem anotações.

♦ 20 de setembro

Chega um grupo de seis pessoas: 5 índios e um sacerdote do sol.

Rocha vai apagar as trilhas.

♦ 21 de setembro

Nahuapy vai visitar Aruana e descobre que ela está grávida de um casal de gêmeos.

♦ 22 a 25 de setembro

Sem anotações

◊ ◊ ◊

32ª Sessão – Distribuindo a Tropa

♦ 26 de setembro de 1654

Nascem Huari e Aluba, filhos de Aruana.

♦ 27 de setembro

Chega o trio europeu: José, Ximena e Gabi.

Chega Gru.

[Nota do Mestre: NPCs descaradamente inspirados na série Xena e em Groo.]

♦ 28 de setembro

A esta altura, contabilizam 193 integrantes, contando com o grupo (exceto Aruana e Ayla).

Convence Gru a ensinar luta com espada.

Nahuapy vai visitar Aruana.

Ayla chega dizendo que o abrigo foi atacado.

♦ 29 e 30 de setembro

Os três condores voam novamente (4, pois Juanito vai junto).

Todos caem na montanha que come aves.

♦ 1º de outubro

Eles visitam os lugares.

♦ 2 de outubro

Voltam à fortaleza no início da noite. Ayla retorna para o sul.

A composição do exército neste momento é a seguinte:

Paulo (o ladrão que virou guerreiro); Rocha (guerreiro feiticeiro imortal); Maurice (guerreiro imortal); Pierre (guerreiro); Richard (cientista); Hernandez (zaorí); Tereza (estigmata); Tendresse (pastora protestante); Ccori (índia illimani); Ayla (feiticeira mestiça illimani, mas que se encontra ausente); Nahuapy (feiticeira mestiça chiquitana); Naomi (feiticeira negra); Pablo, Pepe, Pedro, Juan e Miguel, os primeiro guerreiros illimanis a chegarem em Cuélap; Tito (sacerdote do sol); Juanito (feiticeiro mestiço illimani); Huascar, o enviado de Cajamarca (sacerdote do sol); Gru (guerreiro castellano); Ximena (guerreira castellana); Gabi (guerreira e escriba castellana); José (castellano); Antônio Juarez, Raul Gonzalez e Luiz Quiñonez, exploradores brancos prisioneiros em Cuélap, mas que aderem à causa; Qenco, Cusi e Giba, illimanis aprendizes de feiticeiros; Raulzito, mestiço illimani aprendiz de feiticeiro; Coco, Pedro Kalu, José Negro, Mano, Juan Puma, Rodrigo, Mário, Fio, Jorge, todos guerreiros negros; El Viejo, aprendiz de feiticeiro negro; Duran (guerreiro de Cajamarca), Alcazar (guerreiro de Piúra), Gomez (rastreador de Piúra), Navalha (guerreiro de Piúra), Mattos (carpinteiro de Cajamarca), Lopes (ex-militar de Trujillo), todos brancos; Manco (rasteador mestiço); Aguilera (pistoleiro mestiço); Pedro Velho e Mano Negra, curandeiros mestiços de Piúra; Marco (illimani aprendiz de sacerdote do sol); Ollantay (militar illimani); Qosmo (amauta); Quipu (rastreador illimani); Qualpa (guerreiro e maratonista illimani); e mais 51 guerreiros mestiços e 77 guerreiros indígenas.

[N. do M.: os Jívaros não fazem parte disso. Só entrarão em combate se a guerra chegar até eles.]

A disposição do exército é feita da seguinte forma:

Um grupo de ataque rumo a Nova Valladolid (Grupo 1): Rocha, Paulo, Naomi, Nahuapy, Tito, Gru, Antônio Juarez, Duran, Alcazar, Gomez, Navalha, Lopes, Manco, Pablo, Pepe, Pedro, Juan, Miguel, 31 mestiços, 44 índios.

Um outro grupo de ataque rumo a Moyobamba (Grupo 2): Maurice, Ximena, Gabi, Huascar, Ollantay, Quipu, Raul Gonzalez, Coco, Pedro Kalu, José Negro, Mano, Juan Puma, Rodrigo, Mário, Jorge, Fio, Aguilera, 33 índios, 20 mestiços.

Um grupo de colonização: Tendresse, Pierre, Richard, Juanito, El Viejo, Pedro Velho, Mattos, um mestiço e dois illimanis.

Um grupo sediado na fortaleza para receber novos recrutas: Hernandez, Ccori, Tereza, Marco, Qosmo, Qualma, Luiz Quiñonez, Qenco, Cusi, Giba, Raulzito, José, Mano Negra, 10 illimanis, 5 mestiços.

[N. do M.: a divisão dos grupos de ataque foi pensado justamente pra reunir os personagens dos jogadores em um mesmo foco de ação. As próximas sessões, portanto, seguem as atividades do Grupo 1.]

 

Capítulo 4 – A Guerra

Personagens principais: Aruana (rastreadora maoári); Rocha (bandeirante); Naomí (feiticeira negra); Nahuapy (feiticeira mestiça chiquitana); Tendresse (pastora protestante); Kalunga (feiticeiro mestiço illimani com negro); Ilya (feiticeira mestiça illimani com branco).

Personagem convidado: Tito (sacerdote do sol).

NPCs principais: Paulo Ferreira (ladrão); Hernandez (zaorí); Tereza (estigmata); Maurice (viajante imortal); Pierre Bellac (soldado); Richard (naturalista); Ayla (feiticeira mestiça illimani); Ccori (índia illimani).

Nota do Mestre: das áreas mais características de Nova Castela, só faltou levar o grupo a Piúra e Tumbes, acima de Lambayeque. Um pouco por não ter conseguido pensar em um bom pretexto para fazê-lo e muito por não ter mais como enrolar o início do confronto, e o próprio grupo já estava ficando inquieto, havia chegado a hora do pau.

Então, um problema que eu já pressentia se tornou real. Como mestrar uma guerra, principalmente quando os protagonistas são os líderes? Se os personagens fossem apenas soldados, como foram parte de uma bandeira lá no início, seria fácil ficar os enviando em missões. Mas eles eram os generais! Pra piorar, eles não tinham tanto conhecimento geográfico da ambientação e precisava muito da minha ajuda para bolar uma estratégia. Então era como jogar xadrez contra mim mesmo. Um pouco frustrante. A maior parte das sessões era um rolar de dados impessoal, atribuindo vitória e derrotas em combate, número de mortos, vilas conquistas ou perdidas. Creio que o interesse foi decrescendo de ambos os lados. Nem eles conseguiam ter iniciativa para sair dessa sinuca, nem eu criatividade para criar nenhuma situação suficientemente interessante em meio à guerra para explorar situações individuais, interesses particulares. Acabei ficando com dezenas de NPCs nas mãos para administrar, tendo dificuldade de passar essa bola para os jogadores.

Foi então que apareceu um novo jogador, Rafael, que, junto com Luciana, que precisava fazer um novo personagem enquanto Aruana permanecia fora da ação, criou um casal de irmãos mestiços feiticeiros (eram irmãos por parte de mãe, uma illimani), com uma história familiar bastante escabrosa e rocambolesca. Não lembro exatamente o que havia acontecido com a mãe (illimani), apenas que o pai (ou avô), um militar castellano de alta patente, os perseguia como o General Ross perseguia, bufando de ódio, Bruce Banner. Aqueles dois representavam para mim o pretexto para voltar ao particular. Eles não eram generais, eles eram soldados. Jovens fugitivos que buscavam a proteção e o anonimato em um grupo de rebeldes. Com a história rica em detalhes que me proporcionaram, comecei a ter ideias. Pena que isso aconteceu um pouco tarde. As sessões rareavam mais e mais, assim como se esgarçava a própria coesão dos jogadores enquanto grupo de amigos.