3ª Sessão – Agschen

♥ 3 de julho de 1651 – viagem

Eles decidem deixar as lhamas para trás. Tentam, sem sucesso, convencer Nahuapy de não ir. Sobem as cordilheiras.

♥ 4 a 7 de julho – viagem

Quase não avançam nestes dias. O frio é intenso e quase todo o grupo fica doente.

♥ 8 de julho – viagem

O grupo está decidido a voltar quando Naomí pede conselhos aos seus espíritos, que avisam que uma boa dose concentrada de “Cura” deve resolver o assunto. E resolve.

♥ 9 a 11 de julho – viagem

Sempre subindo.

♥ 12 de julho – viagem

Chegam ao lago e ao início das geleiras. O grupo tem alguma dificuldade em andar sobre elas, principalmente em saltar as enormes fendas. Mas acabam se acertando.

A noite cai e têm que dormir sobre o gelo. Ao longe, nas montanhas, veem uma pequena fila de tochas passando ao largo.

♥ 13 de julho – geleira

Uma das fendas está camuflada por uma ilusão, mas Aruana pressente algo errado. Eles decidem descer abaixo da aparente camada de gelo. Lá embaixo eles encontram um túnel de gelo, mas não entram. Tendresse acha que este deve ser o túnel de seu sonho e comenta que vai querer voltar lá depois.

À noite eles voltam a avistar as luzes nas montanhas.

♥ 14 de julho – montanha

Chegam à Montanha do Trovão. Começam a subi-la.

♥ 15 de julho – montanha

No final da tarde, começa a ventar fortemente. Eles mal conseguem ficar de pé. Têm que dormir todos juntos. O frio é intenso. É uma nevasca. O grupo sente o vento frio cortar como lâmina. É Agschen, o espírito protetor da montanha.

♥ 16 de julho – montanha

Paulo amanhece congelado. Eles conseguem reanima-lo.

Durante uma escalada, ocorre uma avalanche. Não há pra onde fugir. Naomi levita; Nahuapy consegue desviar a neve dela e de Hernandez; Aruana e Rocha conseguem se abrigar, embora Aruana chegue a ser arrastada, mas tem sorte. Tendresse é arrastada e perde os sentidos na queda, ficando muito mal.

Após Tendresse se recuperar, retomam a caminhada.

♥ 17 de julho – montanha

O morro tem o formato de “U”, sendo a Montanha do Trovão a ponta mais alta e íngreme. Eles chegam ao ponto intermediário entre os dois picos. É uma área rochosa coberta de neve. A montanha segue por um paredão de pedra enorme.

Eles não têm coragem de escalar. Aí alguém se lembra da flauta, e Tendresse começa a tocá-la. Depois disso, o tempo se abre e surge um dia magnífico.

Rocha decide colocar em prática a magia que aprendeu. Transforma-se num condor e voa até o alto da montanha. Avista a flor num pequeno platô mais abaixo, e um facão fincado bem no topo da montanha.

Ele retorna e precisa do amuleto de Nahuapy para voltar ao normal. Aí conta o que viu. Após discutirem o que fazer, Nahuapy e Naomi resolvem usar quase todo o poder delas para levitar até o alto. Pegam a flor, mas ficam em dúvida sobre o que fazer com o facão.

Nahuapy resolve pegar. As duas acabam puxando o facão juntas. Nessa hora, sentem um brilho às costas. Quando se viram, veem, do outro lado da montanha, uma montanha de ouro e outra de diamante em volta de um lago coberto por brumas. Percebem que só aquela que segura o facão pode ver. Elas descem.

Todos ficam empolgados com a descoberta. Descobriram a Cidade dos Césares. Para acabar com a festa, Tendresse lembra que precisam voltar à aldeia com a flor. Ninguém se mostra muito interessado. O primeiro a ficar do lado de Tendresse é Hernandez, seguido de Aruana. Logo depois é a vez de Nahuapy. Rocha, muito, mas muito a contragosto, acaba aceitando. Paulo e Naomi não acreditam que vão ter de voltar. Paulo ainda pensa em botar o padre pra dormir, mas desiste da ideia.

Rocha só aceita com a condição de voltarem lá, afinal, vieram ao sul para isso. Levam o facão, que é de prata.

♥ 18 a 23 de julho – viagem

Retorno à aldeia, sem incidentes. Numa noite, durante a travessia da geleira, voltam a avistar as luzes nas montanhas. Nahuapy completa três meses.

♥ 24 de julho – aldeia patagã

Eles chegam cedo na aldeia. O pajé pega a flor e prepara a poção. Mais tarde, pede a flauta de volta. Tereza parece entrosada com os índios.

À noite, o pajé diz que só pela manhã o branco estará recuperado.

♥ 25 de julho – aldeia patagã

O francês se recupera. Seu nome é Antoine. Ele estava numa caravana com mais seis franceses, três castellanos, um lusitano e um bretão. Ele fala em francês com Tendresse, que teve dificuldade de convencê-lo de que é homem.

O grupo foi atacado por um mamute. Ele conseguiu escapar e vagou sozinho pelas terras dos patagões. Não se lembra de mais nada. Isso deve fazer quatro meses. Tendresse pergunta se ele conhece algum Pierre. Ele diz que havia dois no grupo, os dois louros.

Rocha e Paulo olham feio o tempo todo para ele, culpando-o por terem perdido a chance de entrarem na Cidade dos Césares.

Tendresse o convida a se juntar ao grupo, mas ele prefere retornar a Santa Fé.

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